Icons With Love
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ME AJUDA NA PROMOÇÃO PRA CONHECER O PARAMORE??? ♥♥♥

é só curtir a página Live Shows Merchandising Brasil (https://www.facebook.com/LiveShowsMerchandisingBR)

e curtir essas duas fotos

A minha: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=320333794770895&set=a.320198108117797.1073741836.305402372930704&type=3&theater

e a da Carol Redfield: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=320334044770870&set=a.320198108117797.1073741836.305402372930704&type=3&theater

PRA GENTE IR LINDAS CONHECER O PARAMOREEEEEEE ♥♥♥

(Se você curtiu as três coisas, vem na ask e manda um ♥ que eu te avalio, curto sua foto, faço depô no orkut, mostro os peitos na webcam (not), escrevo declaração de amor, viro namorada, dou beijo, O QUE VOCÊ QUISER, MAS ME AJUDA A REALIZAR MEU SONHO, POR FAVOR) 

ME AJUDA NA PROMOÇÃO PRA CONHECER O PARAMORE??? ♥♥♥

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A minha: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=320333794770895&set=a.320198108117797.1073741836.305402372930704&type=3&theater

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PRA GENTE IR LINDAS CONHECER O PARAMOREEEEEEE ♥♥♥

(Se você curtiu as três coisas, vem na ask e manda um ♥ que eu te avalio, curto sua foto, faço depô no orkut, mostro os peitos na webcam (not), escrevo declaração de amor, viro namorada, dou beijo, O QUE VOCÊ QUISER, MAS ME AJUDA A REALIZAR MEU SONHO, POR FAVOR) 

Eu estava analisando a minha situação atual. Essa tal de “vida amorosa”. Aquele velho quero-quem-não-me-quer-dispenso-quem-me-quer está tão atual e me dá tanta preguiça pensar nisso, mas sei que é necessário. Eu ando procurando coisas em lugares errados. Em A procurei carinho, conversa, aconchego. Em B procurei amizade e descompromisso. “A” era aquele típico garoto que eu vou ficar quando chegar o fim de festa e estivermos sem nada pra fazer. É aquele cara que não vai te ligar nunca, nem vai pedir o seu telefone só pra disfarçar, ele só vai chegar em mim bêbado e eu realmente não ligo pra isso. Já “B” deixa claro que quer algo mais sério. Esses dias a gente acabou se beijando (ficando é muito superficial quando se trata dele) e eu me arrependi no momento em que nossos lábios se tocaram. Cheguei em casa e já tinha uma mensagem dele. Depois outra e mais outra. “B” é um amor e tudo o que eu procurei em “A”, mas algo me faz não querê-lo. Eu quero o que não me quer, quero o que deita do meu lado e vira de costas pra mim. Não que eu goste dele (ou goste pouco de mim), mas minha vida complicada não quer nada que tende a dar certo. Vejo isso quando, agora, começo a me interessar por um C que é compromissado. Mais um caso sem futuro e, mesmo assim, mais interessante que o “B”. Acho que é por isso que sempre fui contra aquelas frases que falam sobre friendzone como se as mulheres fossem obrigadas a ter e manter relações com as pessoas que mais as querem. Eu não tenho obrigação nenhuma em querer alguém que me quer, eu tenho a obrigação de querer quem meu coração, corpo, alma e pensamentos quer. Eu nunca gostei quando falavam que a mulher tinha que se foder por que preferiu alguém que não a queria. Quer saber? Eu não vou tentar algo com “B” só por que a probabilidade de dar certo é maior. Por que A ainda pode virar de frente pra mim e me abraçar e o namoro do C pode não durar pra sempre. Ou eu posso amar um D. — Eu ainda vou amar o alfabeto, parte 1 Lazaroni (via universoparalello)

Esses dias eu estava analisando sorrisos. Foi ali que descobri quanto amava aqueles meninos. Os amo por que o sorriso deles se espalha pelo cômodo. Aquela sala, sem janelas, minúscula, mas que está sempre lotada, ilumina como o sol quando qualquer um desses meninos sorri. E eles não tem os dentes brancos, são todos fumantes. Eles não tem os dentes perfeitos. Só que eles sorriem com toda a alma. São sorrisos lindos que te fazem esquecer o motivo de você não estar sorrindo. — Sorrisos. Lazaroni (via universoparalello)

Gostaria de chegar para todas as mulheres que me falam “se o aborto for legalizado, não haverá mais nascimentos, todas irão abortar” e fazer uma simples pergunta: Então quer dizer que você só deixa, deixou ou deixaria uma gravidez vingar por imposição? No fundo, você não deseja ter filhos?

Quer dizer, imagina uma sociedade em que o aborto é descriminalizado. As mulheres não precisam mais correr risco de vida com abortos clandestinos, tudo pode ser feito através da saúde pública. É uma escolha; você quer ser mãe? Ninguém pode impor a maternidade a alguém, ninguém pode usar um filho como “consequência” do sexo. Uma criança vai muito além disso. Uma criança precisa ser desejada. Uma gravidez levada por força dos outros, seja igreja, parentes ou estado, onde não há condições financeiras e/ou emocionais de se manter uma criança é obrigar alguém a assumir uma maternidade que não lhe é desejada. 

Sexo faz parte da vida e métodos anticoncepcionais nem sempre são eficazes. A questão é que todos são contra o aborto; governo, igreja, os outros! Quando o embrião fecundado não está no seu útero, é muito fácil dizer que aquilo ali tem que vingar. É muito fácil dizer que aquilo ali é uma vida (e de maior importância que a sua). O problema é que o embrião não é eternamente uma barriga. Ele vai crescer, virar um feto, virar uma criança, virar uma pessoa. Ele vai sair da barriga e vai ter que encarar um mundo que não o deseja, que não tem condições de o manter. 

O aborto irá acontecer de qualquer maneira. Seja ainda no ventre ou aqui no mundo real. As pessoas se importam demais com as escolhas alheias, julgando quem quer realizar o aborto e criminalizando tal ato. A mulher que chega a tal decisão tem plena consciência da sua falta de condições de manter aquela criança. Mas, então, a criança nasce. É abandonada aos quatro ventos, na rua ou em um orfanato esquecido pelo governo. Se for pequena demais, negra demais, feia demais ninguém vai querer adotar. Então será velha demais e será jogado na rua quando completar a maior idade. E de orfanato em orfanato vai se guiando. Seja no orfanato da infância, na fundação CASA, na cadeia ou no caixão.

Só que não fiquem preocupados com o destino daquele embrião… vocês só querem que ele seja mais um despejado no mundo. 

Enquanto estava arrumando as fotos do noivado da minha amiga, escutei em algum programa da televisão aberta um questionamento. Os opostos se atraem? A grande maioria das pessoas respondeu que sim. Os opostos se atraem. Só que não é só a questão da atração, mas a durabilidade dessas relações? E a felicidade? As pessoas que foram entrevistadas no caminho do trabalho, no meio da rua, responderam que as pessoas são felizes se estão apaixonadas por alguém que é o seu oposto. O que é ser o oposto, então? Resolvi pensar sobre isso, afinal depois de um fim de semana com dois noivados eu fiquei me perguntando por que sempre sou a única solteira. Será que eu só preciso encontrar o meu oposto e tudo estará encaminhado para a felicidade e o amor? Sou uma pessoa de personalidade forte e nunca me envergonhei disso. Nunca gostei de abaixar a cabeça e deixar pra lá o que acho essencial. Sempre gostei de ter ideologias e uma opinião formada sobre os assuntos. Sou feminista, bissexual, ateia. Devo encontrar um machista, homofóbico e cristão praticante? Eu já amei (e talvez ainda ame) um cara assim. Ele acredita que a mulher deve cuidar da casa enquanto o homem trabalha fora, não acredita que algumas mulheres não querem ser mães e adora chamar algumas de “vadias” por causa da roupa que usam. Ele reclamava das roupas que eu usava por que outros homens olhavam para mim. Ele sempre ignorava o fato de eu gostar de mulheres na mesma intensidade que gosto de homens. Achava que era uma fase minha, que logo iria passar. Ele torcia para passar logo. Mesmo quando terminamos e nos tornamos amigos e eu contava tudo para ele, a parte que envolvia qualquer pseudo-relacionamento com uma mulher tinha que ser ignorada. Em nome da amizade e do amor e carinho que sempre senti por ele, ignorava essa parte de mim quando conversava com ele. Ele me falava que nós iríamos nos casar na igreja, morar em um sítio e criar pequenos animais. Ele falava que já conseguia me ver entrando de branco na igreja e nós frequentaríamos a igreja todos os domingos. Éramos opostos e, segundo o dito popular, éramos perfeitos juntos. Só que chegou uma hora que eu não queria mais alguém que quisesse me encaixar em seus sonhos. Eu faço parte dos meus sonhos e só me moldo para mim mesma, não para os outros. Chegou uma hora em que começou a surgir diferenças novas. Agora ele está mais frequente na igreja, brigou comigo por que eu critiquei o Silas Malafaia, parou de me responder no facebook. Postou no meu mural que está me observando. Quando li, me senti um rato branco de laboratório. Sob observação do criador. Não sou criatura de ninguém! Sou minha própria obra de arte, bonita ou feia, completa ou incompleta, cara ou barata. Não importa o que eu seja, sempre vou ser minha. E lá está ele, o meu oposto, o meu par ideal, namorando outra e me ignorando. E eu? Bem, eu estou feliz com isso. Antes ele cortando a relação e não me querendo mais do que eu ter que fazer isso. Por que eu faria. Por que o oposto é bom na primeira meia hora, não para sempre. Em algum momento você vai perceber que, para dar certo com alguém que é o seu oposto, você tem que abrir mão do que você é. Eu abri mão por muito tempo, seja colocando meus relacionamentos no masculino pra poder contar pra ele, seja fingindo que era cristã para ele me aceitar. Os opostos não se atraem. E como diria O Teatro Mágico: “Os opostos se distraem. Os dispostos se atraem.” — Lazaroni (via universoparalello)